domingo, 12 de julho de 2009

PRIMEIRO

NASCEU O PRIMEIRO FILHO? ORA QUE BOM PROFESSOR.

PARABÉNS! ISSO É UMA DÁDIVA DE DEUS.

ESPERO QUE VENHAM MUITOS APÓS O PRIMEIRO. ESTOU ANCIOSO PARA LER E REFLETIR!

UM GRANDE ABRAÇO,

PROF. SERGIO AUGUSTO

sergioprofisica@hotmail.com

Parabéns e Sucesso!

Olá grande Amaro.
PARABÉNS!!! Meus parabéns por este livro. O primeiro de outros que
com certeza virão. Valeu.

Desejo muito sucesso.
Um forte abraço.

José Aírton de Carvalho

jacarvalho1@hotmail.com

Encantada!

Olá Amaro,

Fiquei encantada com seu livro..., PARABÉNS!!!

Tatiana Dutra

tatianadutraa@gmail.com

Congratulações!

Amaro!

Parabéns pela publicação!

Fernando Souza

Analista – GE

UBEE-UNBEC

fsouza@marista.edu.br

Parabéns!

Parabéns pelo lançamento do livro que tenho certeza é uma relíquia.

Abraço!

Dilermando Faria

Gerente de RH

UBEE-UNBEC

Agradecimento e Parabéns



Caro Amaro,

Já li algumas de suas reflexões sobre a vida no belo opúsculo intitulado INTERLOCUÇÕES que teve a gentileza de me enviar.

Parabéns pela obra e obrigado pelo presente que está preenchendo momento agradáveis e ilustrativos.

Com fraterno abraço,


Ir. Claudino Falqueto

(Superior Provincial da Província Marista Brasil Centro-Norte)


Veja o fractal no anexo. Flor de lótus de minha autoria; feita no Sri-Lanka, em um templo budista. É a flor de oferenda a Buda!


domingo, 5 de julho de 2009

Infinitude... Tempo... (Flash do livro)

"Contemplar o tempo numa perspectiva cronológica nos leva a afirmar que algumas coisas são temporais, outras permanentes, outras indefinidas... Porém, para contemplar o tempo numa dimensão de intensidade se faz necessário um verdadeiro aprendizado que exige: sensibilidade, perspicácia, envolvimento e plenitude.

Sob a ótica da intensidade do tempo nós, como pessoas, somos ‘atemporais’ - mediante a capacidade que temos de desafiar o próprio tempo, quando estamos juntos, em nossas verdadeiras inter-relações.

...A condição de compreender o tempo e a sua ‘infinitude’ está muito além da capacidade e do entendimento humano. O tempo e a sua própria ‘infinitude’ se torna compreensível quando vivenciado intensamente na plenitude do amor, pois só o amor nos eterniza..."